E despertei assim do sonho
Para uma realidade assombrada
Pesquisei em seu sorriso
A grande fúria da minha alma
Anjo quieto e derrotado
Guerra santa da paixão
Nossa alma de pecado
Que se perde na escuridão
E de querer seu toque alado
Seu beijo puro e condenado
A maçã mais venenosa,
Destruiu minha inocência
Mudou toda sua essência
O para sempre talvez dure
Pois nós quebramos a corrente
Me agrada seu perfume
E nosso riso incoerente
Deixa que as mágoas derraparão
Aceite as alegrias que virão
As tempestades inundarão
Pois nesse frio, o que me salva
É só a fé no coração
sexta-feira, 27 de maio de 2011
segunda-feira, 25 de abril de 2011
''Acho que é por isso que as pessoas escrevem diários: para impedir que as suas vidas e histórias morram...'' (O Diário de John Winchester)
Silenciei,quando esperavam minha voz,falei quando não tinha ninguém para ouvir,gritei para os ouvidos de quem não quis.
Fui levada,me afastei,tentei acreditar e mesmo assim mequebrei.
Risos não são em vão,e não me arrependo do tempo em que era bom.
Eu fiz e me fizeram sorrir.Deixei e deixaram lágrimas cair.
Eu amei,por muitos momentos me entreguei e me apoiei.
Errei sim,magoei e peço desculpas á quem quiser ouvir,mas também tenho um coração jovem,que sangrou ,que também se magoou.
Ainda luto e ainda sonho,ainda acredito e ainda amo.
Silenciei,quando esperavam minha voz,falei quando não tinha ninguém para ouvir,gritei para os ouvidos de quem não quis.
Fui levada,me afastei,tentei acreditar e mesmo assim mequebrei.
Risos não são em vão,e não me arrependo do tempo em que era bom.
Eu fiz e me fizeram sorrir.Deixei e deixaram lágrimas cair.
Eu amei,por muitos momentos me entreguei e me apoiei.
Errei sim,magoei e peço desculpas á quem quiser ouvir,mas também tenho um coração jovem,que sangrou ,que também se magoou.
Ainda luto e ainda sonho,ainda acredito e ainda amo.
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Foge das outras,meu!
“Você gosta mesmo disso?” “Assiste essa merda? Aff “
Rótulos, rótulos, eles não irão parar, blá blá blá.
Só por gostar, já se é infantil, se ama então, você não existe. Uma coisa que aprendi, com aqueles que não entendem e julgam pessimamente o que é ter um ídolo. Aqueles que não entendem, ou melhor, aqueles que julgam sem conhecer, pois a falta de saber quando aceita a diferença, seja ela qual for ainda é bem sucedida. Bom, isso aqui é o meu FODA-SE automático para os julgamentos desnecessários.
Uma crítica bem elaborada me anima para uma discussão saudável, em que pontos são acertados e cada um expõe sua opinião.
Frases fichinha e sem um pingo de profundidade, de gente que acha que sabe, que se acha madura para dizer que você está seguindo alguém indigno. Bem, ”então porque?”-Eu pergunto.”Ah, porque é uma merda” -ameba responde. PORRA,responde direito,mostra sua personalidade,mostra ao menos um pedaço de inteligência,necessária para fazer miojo,e diz pra mim,como ser humano sem se influenciar pelo que todo mundo fala,expõe a sua verdade e diz porque é assim.
Enfim,tenho meu ídolo sim,ele é gay e foi um ex RBD,falo muito dele,amo muito mesmo,e nem por isso estou desmembrada da sociedade,vivendo somente com a minha infância feliz,é claro que ela está aqui,mas eu cresci e meu amor também.
E não está somente aí,as críticas fúteis,os projetos de críticas,seguem o que toda moda dita e dizem que não gostam de modinha?Confuso, eu sei. Se gosta de algo que está na moda,é febre de momento,e você é uma criança,se a sua admiração por tal coisa se prolonga,e você vira fã continua sendo criança?Desculpa, mas as pessoas evoluem,amo muito meu passado,mas meu ídolo evoluiu,e eu evoluí. Eu tenho sim uma parte criança,que tem boas lembranças do passado,mas minha realidade me modifica a cada dia e me eleva a novas informações,a busca pelo conhecimento.
Viu?Nós fãs não somos projetados, nem geneticamente modificados para sermos robôs,temos nossa própria voz,e você teria se gostasse de tal coisa,porque vem de você,e não dos outros. Reflita.
Rótulos, rótulos, eles não irão parar, blá blá blá.
Só por gostar, já se é infantil, se ama então, você não existe. Uma coisa que aprendi, com aqueles que não entendem e julgam pessimamente o que é ter um ídolo. Aqueles que não entendem, ou melhor, aqueles que julgam sem conhecer, pois a falta de saber quando aceita a diferença, seja ela qual for ainda é bem sucedida. Bom, isso aqui é o meu FODA-SE automático para os julgamentos desnecessários.
Uma crítica bem elaborada me anima para uma discussão saudável, em que pontos são acertados e cada um expõe sua opinião.
Frases fichinha e sem um pingo de profundidade, de gente que acha que sabe, que se acha madura para dizer que você está seguindo alguém indigno. Bem, ”então porque?”-Eu pergunto.”Ah, porque é uma merda” -ameba responde. PORRA,responde direito,mostra sua personalidade,mostra ao menos um pedaço de inteligência,necessária para fazer miojo,e diz pra mim,como ser humano sem se influenciar pelo que todo mundo fala,expõe a sua verdade e diz porque é assim.
Enfim,tenho meu ídolo sim,ele é gay e foi um ex RBD,falo muito dele,amo muito mesmo,e nem por isso estou desmembrada da sociedade,vivendo somente com a minha infância feliz,é claro que ela está aqui,mas eu cresci e meu amor também.
E não está somente aí,as críticas fúteis,os projetos de críticas,seguem o que toda moda dita e dizem que não gostam de modinha?Confuso, eu sei. Se gosta de algo que está na moda,é febre de momento,e você é uma criança,se a sua admiração por tal coisa se prolonga,e você vira fã continua sendo criança?Desculpa, mas as pessoas evoluem,amo muito meu passado,mas meu ídolo evoluiu,e eu evoluí. Eu tenho sim uma parte criança,que tem boas lembranças do passado,mas minha realidade me modifica a cada dia e me eleva a novas informações,a busca pelo conhecimento.
Viu?Nós fãs não somos projetados, nem geneticamente modificados para sermos robôs,temos nossa própria voz,e você teria se gostasse de tal coisa,porque vem de você,e não dos outros. Reflita.
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Saudades
Sinto saudades de tudo que marcou a minha vida.
Quando vejo retratos, quando sinto cheiros,
quando escuto uma voz, quando me lembro do passado,
eu sinto saudades...
Sinto saudades de amigos que nunca mais vi,
de pessoas com quem não mais falei ou cruzei...
Sinto saudades da minha infância,
do meu primeiro amor, do meu segundo, do terceiro,
do penúltimo e daqueles que ainda vou ter, se Deus quiser...
Sinto saudades do presente,
que não aproveitei de todo,
lembrando do passado
e apostando no futuro...
Sinto saudades do futuro,
que se idealizado,
provavelmente não será do jeito que eu penso que vai ser...
Sinto saudades de quem me deixou e de quem eu deixei!
De quem disse que viria
e nem apareceu;
de quem apareceu correndo,
sem me conhecer direito,
de quem nunca vou ter a oportunidade de conhecer.
Sinto saudades dos que se foram e de quem não me despedi direito!
Daqueles que não tiveram
como me dizer adeus;
de gente que passou na calçada contrária da minha vida
e que só enxerguei de vislumbre!
Sinto saudades de coisas que tive
e de outras que não tive
mas quis muito ter!
Sinto saudades de coisas
que nem sei se existiram.
Sinto saudades de coisas sérias,
de coisas hilariantes,
de casos, de experiências...
Sinto saudades do cachorrinho que eu tive um dia
e que me amava fielmente, como só os cães são capazes de fazer!
Sinto saudades dos livros que li e que me fizeram viajar!
Sinto saudades dos discos que ouvi e que me fizeram sonhar,
Sinto saudades das coisas que vivi
e das que deixei passar,
sem curtir na totalidade.
Quantas vezes tenho vontade de encontrar não sei o que...
não sei onde...
para resgatar alguma coisa que nem sei o que é e nem onde perdi...
Vejo o mundo girando e penso que poderia estar sentindo saudades
Em japonês, em russo,
em italiano, em inglês...
mas que minha saudade,
por eu ter nascido no Brasil,
só fala português, embora, lá no fundo, possa ser poliglota.
Aliás, dizem que costuma-se usar sempre a língua pátria,
espontaneamente quando
estamos desesperados...
para contar dinheiro... fazer amor...
declarar sentimentos fortes...
seja lá em que lugar do mundo estejamos.
Eu acredito que um simples
"I miss you"
ou seja lá
como possamos traduzir saudade em outra língua,
nunca terá a mesma força e significado da nossa palavrinha.
Talvez não exprima corretamente
a imensa falta
que sentimos de coisas
ou pessoas queridas.
E é por isso que eu tenho mais saudades...
Porque encontrei uma palavra
para usar todas as vezes
em que sinto este aperto no peito,
meio nostálgico, meio gostoso,
mas que funciona melhor
do que um sinal vital
quando se quer falar de vida
e de sentimentos.
Ela é a prova inequívoca
de que somos sensíveis!
De que amamos muito
o que tivemos
e lamentamos as coisas boas
que perdemos ao longo da nossa existência...
Clarice Lispector
Sinto saudades de tudo que marcou a minha vida.
Quando vejo retratos, quando sinto cheiros,
quando escuto uma voz, quando me lembro do passado,
eu sinto saudades...
Sinto saudades de amigos que nunca mais vi,
de pessoas com quem não mais falei ou cruzei...
Sinto saudades da minha infância,
do meu primeiro amor, do meu segundo, do terceiro,
do penúltimo e daqueles que ainda vou ter, se Deus quiser...
Sinto saudades do presente,
que não aproveitei de todo,
lembrando do passado
e apostando no futuro...
Sinto saudades do futuro,
que se idealizado,
provavelmente não será do jeito que eu penso que vai ser...
Sinto saudades de quem me deixou e de quem eu deixei!
De quem disse que viria
e nem apareceu;
de quem apareceu correndo,
sem me conhecer direito,
de quem nunca vou ter a oportunidade de conhecer.
Sinto saudades dos que se foram e de quem não me despedi direito!
Daqueles que não tiveram
como me dizer adeus;
de gente que passou na calçada contrária da minha vida
e que só enxerguei de vislumbre!
Sinto saudades de coisas que tive
e de outras que não tive
mas quis muito ter!
Sinto saudades de coisas
que nem sei se existiram.
Sinto saudades de coisas sérias,
de coisas hilariantes,
de casos, de experiências...
Sinto saudades do cachorrinho que eu tive um dia
e que me amava fielmente, como só os cães são capazes de fazer!
Sinto saudades dos livros que li e que me fizeram viajar!
Sinto saudades dos discos que ouvi e que me fizeram sonhar,
Sinto saudades das coisas que vivi
e das que deixei passar,
sem curtir na totalidade.
Quantas vezes tenho vontade de encontrar não sei o que...
não sei onde...
para resgatar alguma coisa que nem sei o que é e nem onde perdi...
Vejo o mundo girando e penso que poderia estar sentindo saudades
Em japonês, em russo,
em italiano, em inglês...
mas que minha saudade,
por eu ter nascido no Brasil,
só fala português, embora, lá no fundo, possa ser poliglota.
Aliás, dizem que costuma-se usar sempre a língua pátria,
espontaneamente quando
estamos desesperados...
para contar dinheiro... fazer amor...
declarar sentimentos fortes...
seja lá em que lugar do mundo estejamos.
Eu acredito que um simples
"I miss you"
ou seja lá
como possamos traduzir saudade em outra língua,
nunca terá a mesma força e significado da nossa palavrinha.
Talvez não exprima corretamente
a imensa falta
que sentimos de coisas
ou pessoas queridas.
E é por isso que eu tenho mais saudades...
Porque encontrei uma palavra
para usar todas as vezes
em que sinto este aperto no peito,
meio nostálgico, meio gostoso,
mas que funciona melhor
do que um sinal vital
quando se quer falar de vida
e de sentimentos.
Ela é a prova inequívoca
de que somos sensíveis!
De que amamos muito
o que tivemos
e lamentamos as coisas boas
que perdemos ao longo da nossa existência...
Clarice Lispector
terça-feira, 5 de abril de 2011
terça-feira, 29 de março de 2011
sábado, 26 de março de 2011
sexta-feira, 25 de março de 2011
"Decididamente, eu sei ser animada, sei ser amável. Agradável. Afável. E esses são apenas os As. Só não me peça para ser simpática. Simpatia não tem nada a ver comigo."
Markus Suzak,A menina que roubava livros
Markus Suzak,A menina que roubava livros
quinta-feira, 24 de março de 2011
Corra,menina,corra.
No dia que nevou, ela ignorou. Quando finalmente falou, desperdiçou. Ela precisava da chuva para poder enxergar. Já que de todas as formas, não soube amar.
Era pedra lapidada e usada de enfeite. Sua palavra fora negligenciada, e seu sorriso eminente viravam fácil choro doente. Marcada para silenciar, esperada por poucos e os únicos que podiam se salvar e a salvar, desistiram da permanência, da palma de seda assim tocada.
Ela não tinha mais entrada e a força não foi encontrada,a veia enfim dilacerada.
Esse espaço de momentos, de confusos sentimentos, de vazios cercados,guardados para quando amanhecer,o vazio aumentar,nem dor,nem cor,acostumada com o torpor,para nada perceber.
Ela não podia deitar, se fizesse era anormal, se caísse trivial.
Mas ela não tinha a corrente, enrolando seu coração. Seu pescoço doía,e os olhos queriam sair,mas o pestanejar desacelerava seu fim,que num castelo de turbulências,petrificava seu jardim.
Que de montanhas ficou,montanhas doei,montanhas prontifiquei,ela soube alguma vez solicitar e soube,por um dia amar.
quarta-feira, 16 de março de 2011
Fácil
Fica tão fácil perceber
Que as coisas somem sem você
Sem seu toque indecente
A lua cheia,o despertar
Eu sou a areia quente pro seu mar
Longe e doce ao desabar
Não tem que questionar
Brinca, quebra o relógio
Desfrute os bons e os maus modos
Para quê tempo tabelado?
Existe espaço não revelado.
Fica tão fácil perceber
Que eu preciso de você.
segunda-feira, 7 de março de 2011
Resenha: Halo, Alexandra Adornetto.
Halo conta a história de três irmãos, três anjos, Bethany, Ivy e Gabriel, que desceram á Terra para curá-la dos males causados por agentes de Lúcifer.
A história se desenrola na praiana cidade de Vênus Cove. Assim que chega á cidade. Beth, a mais nova dos irmãos e a mais inocente acaba por descobrir os prazeres da vida humana e se apaixonando por Xavier, um garoto comunicativo e que teve a namorada morta em um incêndio.
Um típico livro de romance sobrenatural que impede que deixemos de ler ao menos cinco capítulos por dia. Halo é sem dúvida, uma série tão envolvente quanto Crepúsculo, da Sthepenie Meyer.
Com um tema que começa doce, mostrando as reações de Beth em contato com a vivência humana, o livro segue para um rumo de contextos bíblicos, á relação dos anjos com Deus e com os humanos e a relação dos anjos com os anjos.Os anjos de Halo, Ivy, Beth e Gabriel possuem aquele companheirismo digno de irmãos e levam a vida de qualquer humano da cidade. Porém Ivy e Gabriel sabem diferenciar a estadia na Terra para o verdadeiro lar deles.Beth apaixonada pelo humano, ainda sente falta de casa, mas agora, nada é mais importante do que Xavier.
A história fica ainda mais excitante ao aparecer Jake Thorn, um rapaz rebelde, que desperta a atenção de Beth.
Gabriel, Ivy logo sentem a energia negativa vinda dele, mas não dizem nada á Beth, para não preocupá-la, o que foi um erro já que Jake fora uma das criaturas criadas pelo próprio Diabo.
O ápice da história conta com a espada de Gabriel, o poder de Beth e claro um toque de forças sombrias. Porém não é uma grande luta em si, têm mais um quê de mistério que nos prende para o próximo livro da série.
domingo, 6 de março de 2011
Céu
O céu lilás rosado que vejo da janela do meu quarto têm estrelas.
Abaixo dele existe um mundo cheio de opções e de pessoas solitárias.
Existe uma barreira invisível entre as pessoas, que só pode ser sentida.
Existe uma cor em cada olhar, existem lembranças que entristece essa gente.
Lágrimas que se desprendem e os apodrece, os incapacita. Acaba tudo o que são e os transforma em algo pior.
O céu lilás rosado insiste nas perguntas e eu invento umas respostas que não convencem.
Escrever a mais linda das canções não impede que a rasguem e joguem fora. São apenas palavras que não completam.
quinta-feira, 3 de março de 2011
domingo, 27 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Utopia
Destrua fogos com mar
E venha comigo, quando ele se acalmar
Na praia quanto o entardecer levar
Os medos que te fizeram esperar
Vamos conseguir ultrapassar
As linhas que dividem
Nesse lugar
Bem ao lado da famosa árvore da morte
Existe uma flor de vida, bem ao norte
E por mais que não possamos tocar
O Sol está a nos observar
Amor, que me fez querer matar
Por não poder te levar
E somente esperar a chuva chegar
O trem que borrou minha visão
Tirou-me lá da escuridão
Livrou-me das almas que faziam pressão
E eu fui, amor sem nenhuma hesitação
Estava tão alerta em meio á essa corrupção
Quando ela nos tocou
E tão desantenta da sua imaginação
Quando ela nos levou
Me leva para as estrelas?
Ensina-me a ser como elas,
Sonhando por meios incontestáveis
Sentindo de modos inexplicáveis
De começos, de meios
De fins que estão por vir,
De dores e marcas difíceis de encobrir
Hoje estará pronto para comigo fugir?
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Contradição
E eu faço diferente todas as coisas que gosto de fazer
E eu não mudo para ser igual á todo mundo
E eu mudo pra fazer meu mundo girar
E eu não mudo quando estou sozinha lá
Deixei que me influenciassem
Quando eu era tão impermeável
Deixei que me pusessem freios
Quando eu só queria viajar
Quando eu disse que queria, usei e subestimei
Me entreguei,e fui direto ao ponto
Agora faço labirintos sem destinos
Faço folia, faço chamas, faço calmarias
Eu incentivei, curei, pressionei
Fui amada, fui roubada, fui pressionada
Fiz, e disse e contradisse
Hoje vi mais do que chuva de verão
Anos atrás deixei trancado meu coração
Que se inundou, que se rastejou e implorou
Fiquei pra trás,agora estou na frente
Não tenho o nível censurado dessa gente inteligente
Sou esperta, sou fugaz, sou destrutiva e da paz
Digo e contradigo
Permito e não obrigo
Minto muito e hoje digo
Vejo um mundo atrevido.
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Fique e talvez esqueça.
É triste quando amigos viram inimigos, mas o pior é quando eles se tornam desconhecidos. - Hayley Williams
Tentei muito mudar
Tentei te desafiar
Deixei passar
e a raiva se acomodar
Porque voce tem agido como um filho da puta
quando voce devia estar comigo nessa luta?
Quando me acertaram e você desapereceu.
Quando você estava triste e minha calma te envolveu?
Dei um pulo e você nem sequer se mexeu.
Me usou,me substiui,me feriu,e eu estava aqui.
Ainda estou aqui.
Esqueci de tudo e deixei todos para trás.
Não sei se podia mais continuar desacelarando.
Não sei se podia dar mais,tentar mais e me enfurecer com as paredes.
Alguém me joga por cima dos destroços,sacudiu os cacos
do que fomos.
Alguém lançou mensagens na garrafa,para que?
Para me fazer insistir como se eu fosse o elo para sua mudança?
Aprendeu que não se troca,quando se perde?
Aprendeu que de longe,coisas se tranformam,
mas por dentro não se mexem?
Aprendeu que eu choro por saber que eu não sou NADA pra você.
Lute
E aqui vamos nós de novo e todas as mentiras e falsas realidades que encontramos.
E com toda a sujeira que deixamos passar e muitas até penetrando em nós.
Tantas formas de destruição, tanta dignidade jogada fora.
E o que fazer quando, desde crianças nos mostram essas mentiras e não a verdade cruel do mundo em que vivemos?
E porque não tentamos mudar e nos dar o direito de desenhar novas formas de crescer?
Se todos entrassem em um acordo mútuo, existiria ainda motivo para matar?Existiria motivo para miséria e olhares famintos, olhares destruidores?
Os caminhos existem, estão esperando, tranqüilos. E não existem setas e não há quem diga para onde ir, ou fugir. É minha escolha.
A dor e o ódio estão muito mais perto do que pensam. Surgem como sombras e nos seguem até nos darmos conta de que estão conosco.
A esperança e os sonhos, entretanto, são os que sabemos que estão em nossas mãos, são os que quebram nossos medos e estão em todos ,mas essas forças se esvaziam a cada desapontamento ,até não ter mais nada em que segurar e estarmos diante do abismo.
Lutar não é matar, não é tirar as oportunidades das pessoas, é uma forma de mudar, de se arriscar pelo bem ,não pelo poder.
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Eu estive procurando
Estive procurando alguma força me resgatar, algum abismo pra eu me jogar.
Procurei um, depois o outro, mas desisti de ambos. Desisti, pois você sorriu como se nunca tivesse me visto e aí eu decidi ficar nesse mundo de pecados e tragédias esquecidas, de histórias proibidas.
Já cheguei á pensar naquele seu jeans pendurado na janela do meu quarto, pensei em queimá-lo, pensei muito em negá-lo.Mas vi colado em meu mural sua foto, de olhos fechados, me fazendo sentir sua falta matinal.
Eu estive procurando alguém que te substituísse, alguém que nem sequer me amava, mas eu acreditava quando ele me segurava, quando acordava e dizia que me amava. E de todas as feridas causadas, você sempre curava, e amava com o olhar, não só com palavras.
Levei a mala com as fotos e com o jeans, fui embora, fui fugida, fui esquecida. Mas segui aqueles passos e lá estava você denovo, com as mãos balançando, com o sorriso frouxo, com o olhar apreensivo e o coração entregado.
Deixei passar o que sabia e aprendi mesmo com você, deixei fotos e poesias, e fui embora com você, e o que eu tanto busquei nem quis mais saber.
Lugar
Queria estar em outro lugar, outro lugar onde pudesse contar minhas estrelas, um lugar onde só amar bastasse, um lugar longe de desigualdades e máscaras.
Imagino-me sorrindo e cantando, me imagino com os pés na água mais transparente, me imagino transformada e forte; Sorrio aos pensar nas minhas mudanças.
Sonhos com loucuras que me fazem bem e com meu lugar límpido, diferente do que existe.
Vejo-me correndo, agora, sem destino, com desejos...Areia suja meu corpo, é ter, sentir minha própria liberdade de ser...
Meu Sol estará lá para sempre, me incentivando a sorrir e fazer com que sorriem, me induzindo a bater palmas para a vida que não é perfeita. Ele brilha para que eu não me esqueça da minha própria luz.
Minha água tira minhas tristezas e incertezas, me limpa das maldades e frustrações, leva embora minhas perguntas sem respostas, minhas respostas dolorosas.
Olho para trás e lá está as marcas dos meus pés, meu caminho todo até agora, minha trilha de evoluções, o mais imperfeito amor, a mais perfeita tragédia, que juntos formas uma única lembrança.
Eu estou lá, ainda estou lá, é noite, a lua está comigo, ela me segue e admira minha passagem, ela tem total domínio sob meus olhos, o contraste, sua forma, o reflexo dela na água, é como meu passado que reflete no meu presente.
É uma noite perfumada, exoticamente perfumada, escuto meu próprio coração, se fechar meus olhos, ele está confuso e triste por não ser tudo o que sonha.
Existem poucas estrelas no meu lugar, porém elas me fascinam, destroem tabus construídos por minha mente, são pontinhos de vida que me dizem tudo com sua luz e simplicidade. Sinto que posso apanhá-las e guardá-las comigo, mas elas são inalcançáveis, mas estão aqui me fazendo companhia.
Está chovendo, essa chuva queima e me acorda do meu lugar irreal,ela é minha realidade,minha madrasta má dos contos de fada mas me protege dos meus fascínios e ilusões que insistem em me pegar.
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Amiga
Longe, muito longe das navalhas atiradas
Nos encontramos na mesma estrada
Despedindo-se de toda falsidade
Que um dia chamamos de amizade
Hoje chegamos e mostramos
Que belas estrelas nós alcançamos
Desperdiçamos tempo procurando
E no dia certo nós encontramos
Segredos trancados
Lágrimas derramadas, sorrisos determinados
Chuva e sol ao mesmo tempo
Nós vivemos o momento
Esquecemos da poeira levantada
Decidimos correr a alvorada
Fomos sempre castigadas
Por mostrar as risadas não forçadas
Caímos e levantamos
Homenageamos, brindamos
Somos fortes e reconstruímos nosso coração
Brigamos tanto e pedimos perdão
O riso singelo tornou-se um feio palavrão
Que de duras realidades simplesmente saiu, sem explicação
Não juramos, nem mentimos
A bagunça? Nós permitimos
Somos a brisa leve e a ventania
A derrapada da agonia
Não precisamos nos falar, para nos entender
Nossa amizade está além do saber
Mudamos sem perceber
Mas de fato sonhamos alto até enlouquecer
Mas eu sei que você sabe
Que o difícil mesmo é te esquecer
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
ALÉM DO HORIZONTE
Um dia pensei que tivesse o dom de mudar as pessoas. Pensei que talvez estivesse num horizonte sem nenhuma interferência de dor, ou algum amor fugitivo que atrapalhasse meus planos.
As pessoas mudaram, eu mudei. As diferenças se atenuaram e não foi como eu planejei.
Tive a certeza de correr para chuva, pois não tinha segredo nenhum a ser revelado.
Lutei para destrancar esse cadeado.
A caixa que se abrira tinha apenas minhas várias formas e loucas formas de amar, meus sorrisos imperfeitos e olhares conturbados.
As paredes infinitas diziam para parar, diziam para dar meia volta e desistir. Eu não desisti, eu lutei e luto por tudo o que acredito, abraço meu coração para que não o machuquem, mas eu sei que é em vão. Ele é tão fraco.
Aquelas rosas que um dia eu despedacei, hoje me assombram e me julgam, me derrubam e eu levanto.
Aquelas rosas que eu despedacei fizeram em mim feridas permanentes.
Não foi fácil cair das alturas mais doces para as realidades amargas, foi a conseqüência de querer sempre mais do que eu não podia,mesmo assim, não me arrependo.
Eu não estou pra me afogar no mar de mágoas, prefiro nadar até o outro lado, para o castelo de dificuldades e encontrar no topo a verdadeira felicidade.
Alta Tensão
Assim eu chego à conclusão
Que esta pesada alma
Não suporta mais desilusão
Sei que você não vê
Mas prefiro guardar
Para não esquecer
A neblina que não escondia seu sorriso
Veio a mim
Como um aviso
Imortalizei você
Não lutei por você
E perdi você, sem nunca te ter
Eu tinha uma razão para respirar
Mas eu odiava não poder gritar
A parte do meu coração que te chama sem cessar
Eu te amo, ao menos as palavras estão.
Você não sabe
Isso não tem perdão
Mantive distância para não me machucar
Mas a pior dor é não poder demonstrar
O quanto eu soube te amar
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Vulnerabilidade
Não importa o quanto passe, nem o que passe, o vazio será sempre o mesmo, um buraco permanente.
A dor e a pena que acompanham esse vazio não se limitam a apenas uma noite sem luar; me segue, me consome, a cada dia. Sem saída para meus sonhos perdidos.
Por mais que tudo a minha volta grite diversão, a solidão andará sempre aqui.
É como lembrar que não te querem, que sua luz não importa nem a pessoa mais confiável. E essa pessoa que você tanto confia, até ela te magoa, te decepciona, te deixa.
Lágrimas descem frias, quando descem são incompreensíveis.
E eu não posso contar o que vem da minh’alma e da minha cabeça, pois não entenderão.
Nem o fogo acabaria com essa escuridão, porque não adianta, sempre tem algo gritando mudança e por mais que as coisas estejam aparentemente no seu lugar, eu não me encaixo nesse lugar. Preciso mudar.
É um beijo que nunca veio se fundindo com um abraço mentiroso.
Exclusão por opção e a transparência de um sorriso.
E eu estou tão distante, tão desapontada, congelada por dentro e quebrada feito vidro, descartável e usada.
As experiências nos tornam mais fortes, mas às vezes nos tornam algo que não queremos.
Pessoas fugitivas e quebradas não têm finais felizes. Filmes e livros são para vencedores e as princesas e acreditar nessas mentiras é cruel.
Fica tudo tão monótono e previsível que as pessoas te isolam e não enxergam dentro dos seus olhos e você acaba sendo a ‘’fria’’, sem sentimentos, nem paixões.
Quando estou a ponto de me jogar, me falta a coragem para fazer o que tem que ser feito. Quando vejo as cores e estações mudarem, permaneço na minha caverna particular.
Quando meu olhar encontra o seu, me misturo aos que vão e você aos que ficam.
Eu não quero ser a certa, muito menos a errada, quero o mesmo amor e a mesma praga.
E eu percebo que ninguém percebe, que meus gestos são todos de uma alegria falsa, a mais pura mentira.
É só sua casca que sobra, nada por dentro, ninguém por dentro.
É tudo muito difícil e muito triste, é ácido e não existe possibilidade de ser diferente, minhas opções são duras e claras.
Eu pareço imutável, determinada e silenciosa, mas eu choro de madrugada, obcecada pelo seu olhar e desesperada por esperar.
Eu não quero atrapalhar sua passagem com as minhas palavras, nem tocar seu coração com a minha dor, essa é só uma realidade, mais uma entre ourtas.
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Quinze
Reconheço que tive muitos sonhos realizados, muitas vitórias necessárias, aprendizados e diferentes percepções.
Mas ainda assim, me sinto perdida. Perdida em quem devo ser, no que devo sentir, se devo fazer ou sorrir, se vale a pena chorar por amar.
Não tenho tudo pronto. Grande parte dos meus sonhos desistiu de mim, foram esquecidos ou foram trancados por falta de sorte.
Penso nas coisas que valiam a pena serem cultivadas e eu não cuidei, eu desisti, eu descuidei.
Penso no que eu mudei, por esse tempo.
Penso também nas recordações, na época boa de se viver, nas lembranças daqueles que amo.
Penso na vontade de mudar as pessoas ao meu redor e como lutei para que me aceitassem, como mudei!
Tanto medo eu tive, tanto medo eu tenho.
É solidão, é dor sem motivo.
O sentimento que eu vivo, respiro. É vontade de voltar no tempo, parar, recomeçar, conhecer tudo e todos de novo, de um outro jeito.
Ver o passado, antes do meu passado e entender o porque do meu presente e fazer de conta que não há futuro, é só uma luz de vida que encomendará felicidade.
Saber acreditar em mim e ter fé na minha voz.
Ajudar pessoas e me sentir útil, necessária para a alegria de outras pessoas.
Hoje com quinze, planejo tudo o que posso e o que não posso procuro as respostas que vieram antes de mim.
Hoje com quinze, me sinto como se tudo já tivesse passado e sofro por antecedência pelo que ainda virá.
Hoje com quinze, me faz falta a atitude de confiar no que meus olhos enxergam,no que escuto e no que meus dedos tocam.
Hoje com quinze, sinto falta de mim com cinco, dos contos de fada, das alegrias simples, do sorriso sincero, do amor.
Far away
Este conto é uma obra de ficção. Os personagens e diálogos foram criados a partir da imaginação do autor e não são baseados em fatos reais. Qualquer semelhança com acontecimentos ou pessoas, vivas ou mortas é mera coincidência.
Estava olhando janela á fora, o amanhecer límpido, o riacho vivendo, as flores, o céu, Simplesmente respirando a calmaria do inverno, tomando uma xícara de café com leite, tentando recordar do sonho que tivera, o mesmo sonho á três dias.
Rodrigo acordara suando, suas mãos roxas de baterem na mesinha de cabeceira, as roupas de cama amontoadas pelo chão.
Não era de praxe que ele se impressionasse por algo ou alguém. Na verdade tornou-se cético e apático, após anos de luto pela perda da sua mulher, Valentina.
Tudo era vazio e desconectado, tudo era tempo que demorava á passar.
O câncer fez de sua mulher uma marionete e dele, o pior dos enfermos.
O suicídio era a opção, para aquele que estava num emaranhado de sombras, sem qualquer capacidade de mudança, e por muitas vezes pensara em cometê-lo.Mas ela jamais gostaria de vê-lo ferindo-se por sua causa, então descartou essa opção, mesmo acreditando, na época que eles poderiam se ver novamente, em outra vida.
Não vivia, não amava, as coisas passavam e ele só sobrevivia.
Nada estava lhe preenchendo, nada estava lhe dando prazer ou lhe dando esperança, até que essas noites quentes, de um sonho invisível o perturbavam.
A atitude precisava ser tomada, tinha que talvez, pela primeira vez, desde seu luto reagir.
Deixou de acreditar em muitas coisas desde então, porém no que acreditava, Valentina estava na sua crença.
Fez a cama de casal, com os lençóis da ultima noite de amor que tiveram, colocara ‘’Let it be’’, a música favorita de Valentina, colocou o chocolate quente na xícara que ganhara, no seu aniversário e o CD com a coleção de fotos dela, na Tv.
Sessão organizada, tudo pronto para a empreitada.
Estava vendo-a dançar, a cigana que o conduzia, seduzia e enlouquecia, aquela dos olhos perpétuos, da voz rebelde e convicta. Estava á um passo de tocá-la para ver se era de verdade, mas estava impossibilitado de fazer qualquer movimento, se não acompanhar seus passos com o olhar.
-Está com medo de acreditar, e eu sinto muito. -Dizia a cigana do sorriso terno, ao passar a mão, por seu rosto e por seu cabelo desgrenhado.
-Eu sinto sua falta, porque não posso ficar?Nada existe pra mim lá fora, tudo o que eu quero está aqui. - Ele tentava não deixar sua angústia transparecer, mas a vontade era tanta que essa angústia era simplesmente colocada pra fora, como um alimento que não faz bem.
-Sabe que não pode ficar, não se lembrará disso quando acordar.
-Eu quero me lembrar, não quero perdê-la, por tantas e tantas noites, como na outra vez.
-Você pode escolher: quer me ver em seus sonhos, mesmo não se recordando depois, ou quer recordar e não tê-los nunca mais.
-Porque você é dura comigo, se eu só soube te amar, e ainda amo mais do que minha vida e você sabe.
-Eu sei, meu amor. Mas não posso permitir que isso aconteça, você pertence ao outro lado, eu pertenço a este, portanto vamos deixar como estar, somente aproveitar.
Ela deitara em seu colo, ao falar e se levantara para mostrar mais uma vez o quanto estaria pronta para poderem viver eternamente, na hora certa, quando não tivesse nenhum fio tênue, dividindo esse amor.
Dançaram, brincavam, brindavam, amavam até o amanhecer. As estrelas logo se afastaram, o sol começara a nascer.
Deitados ao pé do riacho, namoravam como na primeira vez, como crianças descobrindo a paixão.
-Anda logo-Puxava-o pela mão, levando ao bosque, com sua camisola branca, suja e rasgada, voando com o vento forte. - Você não muda.
-Ahh, mas eu pego você. -Corria e corria, feliz por aquele tempo, sem sentido, mas com um único destino.
Rodrigo levantou num salto, entornou o chocolate, e pausou o CD. Tudo tinha sido em vão, pensara ele. Nada se lembrava, nada.
A foto pausada era de sua Valentina, correndo pelo bosque, selvagem e linda, dispersa e inocente.
A primavera de ventos imortalizados, dos sonhos proibidos e encantados, a cigana de cabelos negros e coração entregado, de promessas e surpresas, de loucuras e tranqüilidades, de fascinações e ilusões, a moça d’alma ou a alma da moça, ou a moça dele, do sorriso dele que invadia e permitia, que amava de todas as formas, de todas as vidas.
Fim
sábado, 12 de fevereiro de 2011
Tijolos
Sem ninguém perceber, dirigíamos.
Estávamos lá, mas não nos víamos.
Sei bem que não existe recuperação
Pras feridas que estão no coração
Sei bem o que fomos e só a pena sobrou
A amizade de teto de vidro, enfim quebrou.
O brinquedo usado despertou
A alma inquieta não sabe que errou
Sem palavras claras
E doces ilusões
Você mentiu aos meus olhos
Com as suas limitações
A menina ingênua e crédula que um
Dia esteve aí, foi embora.
Hoje inteiramente e irreversivelmente
Ela vive a realidade
Desisti de tentar brigar,
Pois meu silêncio é o seu pior castigo
Desisti de tentar achar motivos
Para sua falta comigo
Você se lembra do amor indefinido,
Da força inalcançável?
Você se lembra dos sonhos confusos
E esperanças inacabáveis?
Esquivando-me das pedras que você jogou
Por cima do muro
Abrindo a janela
Para não te ver na porta
Foi aquela voz que insistia,
Que te seguia, influenciava a ignorar
Obsessões de destinos maldosos, ela
que está na sua mente, Ela.
Ela deu início a avalanches,
Apagou as luzes do perdão
Aprendi a aceitar destruição
Pois tudo já feito não há solução
Cansada, magoada e desacreditada.
Será que a verdade
Não mais
Será encontrada?
O Blog
Me chamo Barbara,nasci em 1995,carioca e sonhadora,algumas vezes pessimista,outras esperançosa. Vezes muitas atrevida, outras até nervosa.
Não sou do tipo sociável, mas também não sou antipática, fico muito na minha, observo antes de por em prática.
Gosto muito do silêncio, mas não sou silenciosa. Sou contraditória e frágil, egoísta e corajosa.
Não sou dona de grandes feitos, nem grandes histórias. Acredito em amor e solidão, mas tenho tudo o que preciso: A imaginação.
Sou teimosa e lutarei até minha alma não reagir, sorrio, choro e tento muito ser feliz.
Aos que não me conhecem não mudarei, aos que conquistei sou mutável, pois assim amei.
Acredito na força das palavras, acredito no sentimento dos poemas, acredito em histórias felizes, tristes, acredito, pois assim existo.
Não sou do tipo sociável, mas também não sou antipática, fico muito na minha, observo antes de por em prática.
Gosto muito do silêncio, mas não sou silenciosa. Sou contraditória e frágil, egoísta e corajosa.
Não sou dona de grandes feitos, nem grandes histórias. Acredito em amor e solidão, mas tenho tudo o que preciso: A imaginação.
Sou teimosa e lutarei até minha alma não reagir, sorrio, choro e tento muito ser feliz.
Aos que não me conhecem não mudarei, aos que conquistei sou mutável, pois assim amei.
Acredito na força das palavras, acredito no sentimento dos poemas, acredito em histórias felizes, tristes, acredito, pois assim existo.
O blog enfim, é uma das coisas que eu sempre tive vontade, mas me faltava tempo. Espero muito que todos gostem, obrigado mesmo pela visita.
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