''Acho que é por isso que as pessoas escrevem diários: para impedir que as suas vidas e histórias morram...'' (O Diário de John Winchester)
Silenciei,quando esperavam minha voz,falei quando não tinha ninguém para ouvir,gritei para os ouvidos de quem não quis.
Fui levada,me afastei,tentei acreditar e mesmo assim mequebrei.
Risos não são em vão,e não me arrependo do tempo em que era bom.
Eu fiz e me fizeram sorrir.Deixei e deixaram lágrimas cair.
Eu amei,por muitos momentos me entreguei e me apoiei.
Errei sim,magoei e peço desculpas á quem quiser ouvir,mas também tenho um coração jovem,que sangrou ,que também se magoou.
Ainda luto e ainda sonho,ainda acredito e ainda amo.
segunda-feira, 25 de abril de 2011
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Foge das outras,meu!
“Você gosta mesmo disso?” “Assiste essa merda? Aff “
Rótulos, rótulos, eles não irão parar, blá blá blá.
Só por gostar, já se é infantil, se ama então, você não existe. Uma coisa que aprendi, com aqueles que não entendem e julgam pessimamente o que é ter um ídolo. Aqueles que não entendem, ou melhor, aqueles que julgam sem conhecer, pois a falta de saber quando aceita a diferença, seja ela qual for ainda é bem sucedida. Bom, isso aqui é o meu FODA-SE automático para os julgamentos desnecessários.
Uma crítica bem elaborada me anima para uma discussão saudável, em que pontos são acertados e cada um expõe sua opinião.
Frases fichinha e sem um pingo de profundidade, de gente que acha que sabe, que se acha madura para dizer que você está seguindo alguém indigno. Bem, ”então porque?”-Eu pergunto.”Ah, porque é uma merda” -ameba responde. PORRA,responde direito,mostra sua personalidade,mostra ao menos um pedaço de inteligência,necessária para fazer miojo,e diz pra mim,como ser humano sem se influenciar pelo que todo mundo fala,expõe a sua verdade e diz porque é assim.
Enfim,tenho meu ídolo sim,ele é gay e foi um ex RBD,falo muito dele,amo muito mesmo,e nem por isso estou desmembrada da sociedade,vivendo somente com a minha infância feliz,é claro que ela está aqui,mas eu cresci e meu amor também.
E não está somente aí,as críticas fúteis,os projetos de críticas,seguem o que toda moda dita e dizem que não gostam de modinha?Confuso, eu sei. Se gosta de algo que está na moda,é febre de momento,e você é uma criança,se a sua admiração por tal coisa se prolonga,e você vira fã continua sendo criança?Desculpa, mas as pessoas evoluem,amo muito meu passado,mas meu ídolo evoluiu,e eu evoluí. Eu tenho sim uma parte criança,que tem boas lembranças do passado,mas minha realidade me modifica a cada dia e me eleva a novas informações,a busca pelo conhecimento.
Viu?Nós fãs não somos projetados, nem geneticamente modificados para sermos robôs,temos nossa própria voz,e você teria se gostasse de tal coisa,porque vem de você,e não dos outros. Reflita.
Rótulos, rótulos, eles não irão parar, blá blá blá.
Só por gostar, já se é infantil, se ama então, você não existe. Uma coisa que aprendi, com aqueles que não entendem e julgam pessimamente o que é ter um ídolo. Aqueles que não entendem, ou melhor, aqueles que julgam sem conhecer, pois a falta de saber quando aceita a diferença, seja ela qual for ainda é bem sucedida. Bom, isso aqui é o meu FODA-SE automático para os julgamentos desnecessários.
Uma crítica bem elaborada me anima para uma discussão saudável, em que pontos são acertados e cada um expõe sua opinião.
Frases fichinha e sem um pingo de profundidade, de gente que acha que sabe, que se acha madura para dizer que você está seguindo alguém indigno. Bem, ”então porque?”-Eu pergunto.”Ah, porque é uma merda” -ameba responde. PORRA,responde direito,mostra sua personalidade,mostra ao menos um pedaço de inteligência,necessária para fazer miojo,e diz pra mim,como ser humano sem se influenciar pelo que todo mundo fala,expõe a sua verdade e diz porque é assim.
Enfim,tenho meu ídolo sim,ele é gay e foi um ex RBD,falo muito dele,amo muito mesmo,e nem por isso estou desmembrada da sociedade,vivendo somente com a minha infância feliz,é claro que ela está aqui,mas eu cresci e meu amor também.
E não está somente aí,as críticas fúteis,os projetos de críticas,seguem o que toda moda dita e dizem que não gostam de modinha?Confuso, eu sei. Se gosta de algo que está na moda,é febre de momento,e você é uma criança,se a sua admiração por tal coisa se prolonga,e você vira fã continua sendo criança?Desculpa, mas as pessoas evoluem,amo muito meu passado,mas meu ídolo evoluiu,e eu evoluí. Eu tenho sim uma parte criança,que tem boas lembranças do passado,mas minha realidade me modifica a cada dia e me eleva a novas informações,a busca pelo conhecimento.
Viu?Nós fãs não somos projetados, nem geneticamente modificados para sermos robôs,temos nossa própria voz,e você teria se gostasse de tal coisa,porque vem de você,e não dos outros. Reflita.
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Saudades
Sinto saudades de tudo que marcou a minha vida.
Quando vejo retratos, quando sinto cheiros,
quando escuto uma voz, quando me lembro do passado,
eu sinto saudades...
Sinto saudades de amigos que nunca mais vi,
de pessoas com quem não mais falei ou cruzei...
Sinto saudades da minha infância,
do meu primeiro amor, do meu segundo, do terceiro,
do penúltimo e daqueles que ainda vou ter, se Deus quiser...
Sinto saudades do presente,
que não aproveitei de todo,
lembrando do passado
e apostando no futuro...
Sinto saudades do futuro,
que se idealizado,
provavelmente não será do jeito que eu penso que vai ser...
Sinto saudades de quem me deixou e de quem eu deixei!
De quem disse que viria
e nem apareceu;
de quem apareceu correndo,
sem me conhecer direito,
de quem nunca vou ter a oportunidade de conhecer.
Sinto saudades dos que se foram e de quem não me despedi direito!
Daqueles que não tiveram
como me dizer adeus;
de gente que passou na calçada contrária da minha vida
e que só enxerguei de vislumbre!
Sinto saudades de coisas que tive
e de outras que não tive
mas quis muito ter!
Sinto saudades de coisas
que nem sei se existiram.
Sinto saudades de coisas sérias,
de coisas hilariantes,
de casos, de experiências...
Sinto saudades do cachorrinho que eu tive um dia
e que me amava fielmente, como só os cães são capazes de fazer!
Sinto saudades dos livros que li e que me fizeram viajar!
Sinto saudades dos discos que ouvi e que me fizeram sonhar,
Sinto saudades das coisas que vivi
e das que deixei passar,
sem curtir na totalidade.
Quantas vezes tenho vontade de encontrar não sei o que...
não sei onde...
para resgatar alguma coisa que nem sei o que é e nem onde perdi...
Vejo o mundo girando e penso que poderia estar sentindo saudades
Em japonês, em russo,
em italiano, em inglês...
mas que minha saudade,
por eu ter nascido no Brasil,
só fala português, embora, lá no fundo, possa ser poliglota.
Aliás, dizem que costuma-se usar sempre a língua pátria,
espontaneamente quando
estamos desesperados...
para contar dinheiro... fazer amor...
declarar sentimentos fortes...
seja lá em que lugar do mundo estejamos.
Eu acredito que um simples
"I miss you"
ou seja lá
como possamos traduzir saudade em outra língua,
nunca terá a mesma força e significado da nossa palavrinha.
Talvez não exprima corretamente
a imensa falta
que sentimos de coisas
ou pessoas queridas.
E é por isso que eu tenho mais saudades...
Porque encontrei uma palavra
para usar todas as vezes
em que sinto este aperto no peito,
meio nostálgico, meio gostoso,
mas que funciona melhor
do que um sinal vital
quando se quer falar de vida
e de sentimentos.
Ela é a prova inequívoca
de que somos sensíveis!
De que amamos muito
o que tivemos
e lamentamos as coisas boas
que perdemos ao longo da nossa existência...
Clarice Lispector
Sinto saudades de tudo que marcou a minha vida.
Quando vejo retratos, quando sinto cheiros,
quando escuto uma voz, quando me lembro do passado,
eu sinto saudades...
Sinto saudades de amigos que nunca mais vi,
de pessoas com quem não mais falei ou cruzei...
Sinto saudades da minha infância,
do meu primeiro amor, do meu segundo, do terceiro,
do penúltimo e daqueles que ainda vou ter, se Deus quiser...
Sinto saudades do presente,
que não aproveitei de todo,
lembrando do passado
e apostando no futuro...
Sinto saudades do futuro,
que se idealizado,
provavelmente não será do jeito que eu penso que vai ser...
Sinto saudades de quem me deixou e de quem eu deixei!
De quem disse que viria
e nem apareceu;
de quem apareceu correndo,
sem me conhecer direito,
de quem nunca vou ter a oportunidade de conhecer.
Sinto saudades dos que se foram e de quem não me despedi direito!
Daqueles que não tiveram
como me dizer adeus;
de gente que passou na calçada contrária da minha vida
e que só enxerguei de vislumbre!
Sinto saudades de coisas que tive
e de outras que não tive
mas quis muito ter!
Sinto saudades de coisas
que nem sei se existiram.
Sinto saudades de coisas sérias,
de coisas hilariantes,
de casos, de experiências...
Sinto saudades do cachorrinho que eu tive um dia
e que me amava fielmente, como só os cães são capazes de fazer!
Sinto saudades dos livros que li e que me fizeram viajar!
Sinto saudades dos discos que ouvi e que me fizeram sonhar,
Sinto saudades das coisas que vivi
e das que deixei passar,
sem curtir na totalidade.
Quantas vezes tenho vontade de encontrar não sei o que...
não sei onde...
para resgatar alguma coisa que nem sei o que é e nem onde perdi...
Vejo o mundo girando e penso que poderia estar sentindo saudades
Em japonês, em russo,
em italiano, em inglês...
mas que minha saudade,
por eu ter nascido no Brasil,
só fala português, embora, lá no fundo, possa ser poliglota.
Aliás, dizem que costuma-se usar sempre a língua pátria,
espontaneamente quando
estamos desesperados...
para contar dinheiro... fazer amor...
declarar sentimentos fortes...
seja lá em que lugar do mundo estejamos.
Eu acredito que um simples
"I miss you"
ou seja lá
como possamos traduzir saudade em outra língua,
nunca terá a mesma força e significado da nossa palavrinha.
Talvez não exprima corretamente
a imensa falta
que sentimos de coisas
ou pessoas queridas.
E é por isso que eu tenho mais saudades...
Porque encontrei uma palavra
para usar todas as vezes
em que sinto este aperto no peito,
meio nostálgico, meio gostoso,
mas que funciona melhor
do que um sinal vital
quando se quer falar de vida
e de sentimentos.
Ela é a prova inequívoca
de que somos sensíveis!
De que amamos muito
o que tivemos
e lamentamos as coisas boas
que perdemos ao longo da nossa existência...
Clarice Lispector
terça-feira, 5 de abril de 2011
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